"Cacei-me com a boca na botija a pensar numa tristeza minha como se fosse um poeta. Mais um perigo a evitar, este de considerar a tristeza um tesouro particular de que se fala com respeito e ternura, Se não tomo cuidado perco-me completamente. Fico para aí escrever versos sobre os meus furunculozinhos mentais e a impingi-los aos outros como sendo obras duma importância fundamental."
Luis de Sttau Monteiro, “Um Homem Não Chora”, pp. 53-4, Ática, Lisboa, 1963.
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