A poesia tão igual a uma lepra!
. . . . . . . . . .
E os poetas na leprosaria
vão vivendo
uns com os outros,
inspeccionando as chagas
uns dos outros.
Jorge de Sena, “Trinta Anos de Poesia”, Editorial Inova, pág. 26, Porto, Dezembro de 1972.
O império da luz
Há 3 horas

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